Quando a Segunda Guerra acabou, a cidade de Berlim estava em ruínas. Os contínuos bombardeios aliados ao longo da guerra transformaram a capital alemã em uma pilha de escombros. A cidade teve de ser reconstruída, e por isso tem o aspecto moderno de hoje. Ainda assim, mesmo após tantos anos do fim da guerra, a cidade ainda guarda marcas profundas do conflito. Essas marcas são importantíssimas para manter viva a memória de tudo o que aconteceu. Se no passado a cidade fez de tudo para apagá-las, hoje elas são parte integrante do cotidiano berlinense, e importantíssimas para a história de Berlim. Para os alemães, lembrar-se do passado significa pensar no futuro. Neste post vamos falar um pouco dos “Erinnerungsorten”, os principais locais de memória de Berlim, onde as lembranças da Segunda Guerra e da Guerra Fria ainda se fazem presente. 

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Dezesseis de junho de 1999, uma quarta-feira. Nessa data memorável, o Palmeiras conquistou um dos seus maiores títulos, a Copa Libertadores da América. Mas essa não foi a primeira e nem a última conquista. Ao longo dos 89 anos em que o estádio foi utilizado, a torcida palmeirense viu a conquista de muitos títulos, o talento de grandes craques, e equipes que ficaram eternizadas em sua memória. O palco dessas grandes conquistas não existe mais, ou melhor, existe, mas está bem diferente. Mudou para melhor. O velho estádio Palestra Itália (ou Parque Antártica, como também era carinhosamente conhecido), deu lugar a um novo estádio, uma arena multiuso, maior, mais moderna, mais confortável e integrada aos padrões da FIFA. Desde sua inauguração, o Allianz Parque se tornou um verdadeiro caldeirão para a equipe alviverde, além de ser mais um ponto turístico da cidade de São Paulo. Vamos conhecer o Allianz Parque?

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Embora pequena, Montevidéu tem várias atrações para oferecer aos visitantes que, normalmente, preferem dedicar mais tempo visitando a vizinha Buenos Aires. Mesmo para quem vai passar poucos dias na cidade, é possível conhecer várias atrações. Nesse post vamos indicar alguns pontos turísticos interessantes e relativamente próximos, localizados principalmente entre os bairros do Centro e Cidade Velha.

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Para um país tão pequeno, é surpreendente o fato de a Bélgica ser conhecida por tanta coisa. Famosos pelos chocolates, pelas cervejas e pelas batatas fritas, os belgas também são conhecidos por adorar histórias em quadrinhos. A chamada Nona Arte, como é conhecida a arte dos quadrinhos, é parte integrante da vida de seus habitantes. Aliás, você sabia que Bruxelas é considerada a capital mundial dos quadrinhos? Essa relação de amor dos belgas pelos quadrinhos pode ser vista em belíssimos murais espalhados pela cidade, pela quantidade de autores (mais artistas por quilômetro quadrado do que qualquer outro país do mundo), e pelo interessante museu dedicado a explicar como essa história começou. Vamos conhecer o Centre Belge de la Bande Dessinée, o museu dos quadrinhos de Bruxelas?

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Paris, século IX. Na calada da noite, vários barcos ancoram às margens do rio Sena. Vários homens desembarcam com longos machados nas mãos, prontos para eliminar quem se interpor em seu caminho. Vindos das geladas terras da Escandinávia, esses malvados guerreiros conhecidos como “Vikings” vêm tocando o terror em terras francesas. Eles aprenderam que, navegando pelo Sena, encontrarão inúmeras cidades e vilarejos prósperos, e com praticamente nenhuma defesa, um alvo fácil para esses corajosos guerreiros. Isso porque os Francos, os senhores da região, estão sempre em guerra, e por isso não dispõem de recursos para combater os invasores. Essa cena, Paris sendo atacada pelo rio Sena, se repetiu, do século IX ao século XII, várias vezes. Foi quando o rei Felipe Augusto, disposto a dar um basta nessa situação, resolveu fazer uma série de reformas para aumentar a segurança da cidade. Uma antiga fortaleza franca (Loewer no idioma Franco antigo) é ampliada, e uma nova muralha é construída. A fortaleza se tornará castelo, o castelo se tornará palácio, e o palácio se tornará museu.

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A Colina do Capitólio (ou Campidoglio, em italiano) é uma das sete colinas da cidade de Roma. Localizada perto do Fórum Romano e ao lado da colina do Palatino, foi palco de acontecimentos de grande importância na história da cidade. Do topo da colina, em uma rocha chamada Tarpeia criminosos eram jogados para a morte. Segundo alguns historiadores, foi lá que morreu Tibério Graco, o celebre político que no século II a.C. ousou desafiar a elite romana com reformas populares. Foi lá que os assassinos de César buscaram refúgio após cometer o crime. Hoje em dia ninguém corre o risco de ser jogado da rocha. O único risco para quem sobe ao topo da colina é o de se perder pelos vários edifícios que compõem o museu, e mergulhar de cabeça no passado da cidade.

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Há quem diga que os holandeses tinham compulsão por pinturas e retratos. Basta visitar o Rijksmuseum, o mais importante museu da Holanda, para ver que essa história faz sentido. Afinal, são mais de oito mil obras, a maior parte composta por retratos e pinturas. Vamos viajar na história do Rijksmuseum?

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No último dia 23, o que poucas pessoas acreditavam aconteceu. Em resposta ao plebiscito convocado pelo governo, a maioria dos habitantes do Reino Unido votou pelo Brexit, ou seja, a saída do Reino da União Europeia. Brexit é a abreviação da expressão em inglês Britain Exit (saída britânica). Esse foi o jargão da campanha dos partidários à saída do Reino Unido. Diante da atitude britânica, como fica a União Europeia sem um dos seus pilares econômicos?  E o que nós temos a ver com isso?

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O Mont Saint-Michel é um dos lugares mais fascinantes da França. Imagine uma ilha rochosa cercada por uma muralha, uma abadia erguida no topo do monte, ruazinhas estreitas e casas de pedra, bem na divisa entre as regiões da Normandia e da Bretanha. Estar no Mont Saint-Michel é como voltar no tempo e reviver a Idade Média. Não à toa, é um dos pontos turísticos mais visitados da França. Vamos viajar na história do Mont Saint-Michel?

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